Diário de Goiás divulga íntegra de Relatório da CPMI

Como pode ser visto no site, os arquivos estão dispostos em 5 partes:

http://diariodegoias.com.br/images/stories/documentos/MonteCarlo/1RelatorioCPMICACHOEIRAparte1pag00a1000.pdf

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Parte 2:

http://diariodegoias.com.br/images/stories/documentos/MonteCarlo/2RelatorioCPMICACHOEIRAparte2pag1001a2000.pdf

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Parte 3:

http://diariodegoias.com.br/images/stories/documentos/MonteCarlo/3RelatorioCPMICACHOEIRAparte3pag2001a3000.pdf

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Parte 4:

http://diariodegoias.com.br/images/stories/documentos/MonteCarlo/3RelatorioCPMICACHOEIRAparte3pag2001a3000.pdf

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Parte 5:

http://diariodegoias.com.br/images/stories/documentos/MonteCarlo/5RelatorioCPMICACHOEIRAparte5pag4001aanexos.pdf

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Disponível em: http://diariodegoias.com.br/editorias/politica/1352-divulgada-a-integra-do-relatorio-da-cpmi-do-cachoeira-veja-aqui

Cachoeira também tinha negócios com Agnelo (DF)

Citado como o “01” de Brasília pela organização do bicheiro Carlos Augusto Ramos, o Carlinhos Cachoeira, o governador Agnelo Queiroz (PT) pediu, segundo indica o inquérito da Operação Monte Carlo, uma reunião com o contraventor, apontado como o chefe da máfia dos caça-níqueis em Goiás e no Distrito Federal. O esquema, até ser desmontado pela PF, se articulava para operar negócios miliónários no Governo do Distrito Federal (GDF). A aproximação do governador com o bicheiro, para a PF, tinha como pano de fundo pagamentos do GDF a empresas do esquema, notadamente a Delta Construções, e nomeações de representantes da quadrilha em cargos-chave da administração do DF.

De acordo com a PF, “01” era a forma como os aliados de Cachoeira se referiam a Agnelo, chefe do governo. “O Zunga me ligou aqui, está querendo falar com você, porque o chefe dele lá, o 01, está querendo…quer falar com você”, diz Dadá. “Vou falar com ele”, responde Cachoeira. O próprio relatório da PF quando transcreve as escutas identifica o “01” como “governador”.

http://www.estadao.com.br/noticias/nacional,grampo-mostra-que-agnelo-quis-negociar-com-cachoeira-diz-pf,859794,0.htm

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CARLOS CACHOEIRA NÃO TINHA PRECONCEITO IDEOLÓGICO. TODO O CENTRO-OESTE É CONTROLADO PELA MÁFIA HÁ 15 ANOS. 

Rossine aparece na campanha de Marconi Perillo

http://correiodobrasil.com.br/cachoeira-aparece-como-um-dos-principais-doadores-para-campanha-de-marconi-perillo/427985

O empresário Rossine Aires Guimarães, suspeito de integrar a quadrilha do bicheiro Carlos Augusto de Almeida Ramos, o Carlinhos Cachoeira, fez doações em valores equivalentes a R$ 4,3 milhões nas eleições de 2010, na qual foi eleito o governador Marconi Perillo. Segundo informação do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Rossine aparece como doador para os tucanos, na lista de suspeitos da Operação Monte Carlo, que flagrou conversas secretas entre o contraventor e parlamentares do DEM, entre eles o então líder do partido, senador Demóstenes Torres. Do total doado, R$ 800 mil foram para o comitê financeiro da campanha do PSDB em Goiás e mais de R$ 3 milhões para os comitês do PSDB, DEM e PMDB, no Tocantins.

Proprietário da Construtora Rio Tocantins (CRT), com 82% das cotas acionárias, Rossine também autoriza doações pela empresa no valor de R$ 712 mil para o comitê financeiro do PMDB no Tocantins e para as campanhas de um senador e um deputado federal do PMDB tocantinense. Para a campanha de Perillo, o suspeito de integrar o crime organizado doou ao PSDB goiano o valor de R$ 500 mil em 26 de outubro de 2010, antes do segundo turno disputado entre o atual governador Marconi Perillo (PSDB) e o candidato derrotado Iris Rezende (PMDB). O R$ 300 mil restantes foi para a conta corrente do partido em 17 de novembro do mesmo ano, logo após a vitória do atual mandatário goianense.

Para os políticos do Tocantins, as doações ocorreram nas eleições disputadas pelo atual governador Siqueira Campos, também do PSDB e por Carlos Gaguim (PMDB), que buscava a reeleição. Rossine ainda é sócio de Gaguim na BPR Empreendimentos Imobiliários, empresa criada em abril de 2010.

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Isso já deveria ser do conhecimento, até mesmo, do mundo mineral. Não sei se a nossa mídia anda lenta ou se é a “estratégia de sangramento lento e constante”.