Medicina na Faculdade Padrão era objetivo de Carlinhos e Demóstenes

A escutas da Operação Monte Carlo mostram que Carlinhos Cachoeira e Demóstenes Torres trabalhavam na intermediação entre a Faculdade Padrão e o Ministério da Educação para conseguir a instauração do curso de medicina na instituição.

Demóstenes Torres havia conversado com o chefe de gabinete do ministério e marcado com o ministro, mas o pedido estava bloqueado. Não era uma causa muito fácil para os dois que recorreram a consultoria com um especialista no assunto.

As conversas também revelam que o grupo estava envolvido com o presidente da Câmara de Anápolis, Amilton Batista (PTB).

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